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Mais um depoimento emocionante de quem já fez parte da nossa história, da história da ONG Risonhos, vem conferir:

depo

“Participar de uma ONG é sempre muito bom! Ajudar a alguém que clama pelo olhar sem precisar dizer uma palavra, é melhor ainda. Uma vez me disseram que devemos atingir nosso alvo feito uma flecha, mas não causando dor, é claro, falo no sentido de tocar justamente a necessidade de cada um e preenchê-la com sentimentos bons. Sendo um risonho, tive inúmeras experiências que marcaram minha vida, das quais não pretendo esquecer tão cedo. Umas boas, outras nem tanto, mas todas me ensinaram algo. A vida é curta. Passa sem percebermos. Mas não é por que a vida é curta que devemos parar de vivê-la, ou viver como se nao tivesse fim. É tentar aproveitar cada momento, sorrir cada sorriso, aprender a cada ensinamento, abraçar cada abraço. A ONG, querendo ou não, nos ensina a pensar mais nos outros, a sermos mais compartilhadores da dor do outro. A sermos mais humanos. A palavra é essa, humanidade. Em que todos dizem ter, mas nem todos a praticam. Talvez estejam a perdendo sem mesmo perceber, por causa da rotina esmagadora em que se submetem. Seja como Pingo ou não, aprendi também a conhecer a mim mesmo, entender alguns limites e fraquezas. Não apenas para serem usadas em experiências similares às aprendidas durante minha estadia na ONG, mas para a vida como um todo! Hoje tenho muito mais segurança de lidar com certas situaçoes devido a opotunidade que recebi dos Risonhos. Foi tudo muito gratificante. Hoje estou morando em outro estado, mas, independente de tudo, o Pingo sempre me acompanha nessas aventuras.”

David Nogueira – Pingo do Mar Vermelho (10/12/2014)

Vem fazer parte da nossa história, inscrições abertas para novos voluntários, mais detalhes clique aqui.

Olá!!!

Continuando no embalo de são 7 anos e não 7 dias, vamos com mais depoimentos de ex-voluntários que fazem parte da nossa história. <3

E vamos começar com a Sâmara Patrice que foi nossa voluntária colaboradora ;)

depoimento - samara

“Lembro-me como se fosse ontem, a Vice-presidente e voluntária da Ong Risonhos, Rebeca de Castro, comunicando a todos em uma reunião que, a partir daquele momento, eu faria parte do Núcleo Jurídico e Financeiro como colaboradora. Senti uma espécie de friozinho na barriga seguida de uma vontade incessante de participar daquele grupo de moças e rapazes que já me encantavam ainda que por fotos, e nem sequer sabiam da minha existência. A minha entrada na ONG foi única, marcante. Existe felicidade maior do que chegar em uma Organização não-Governamental e receber a notícia de que o CNPJ havia sido conquistado depois de tanto esforço? É lindo de se ver, de se VIVER. A palavra vivência é a forma mais autêntica de se dizer que ama algo/alguém, atualmente. Já perceberam? Porque é no convívio que nós realmente podemos AFIRMAR e RECONFIRMAR o quanto que gostamos daquilo que fazemos parte. Portanto, amei tudo ali. Desde a entrada até a saída. Porque foi tudo muito real. Chegava a ser “encabulante” ir a um abrigo para idosos e receber um abraço, escutar histórias ou ,até mesmo, ir encher o balão da festinha de confraternização deles. Porque cada segundo NAQUELE lugar é abençoado. Eles exalam uma energia e cheiro de amor que só quem vai, sabe a dimensão. Sem contar na entrega, dedicação e, PRINCIPALMENTE, amor que cada voluntário deposita ali. É tudo tão grandioso e verdadeiro que eu fico envergonhada só de trazer à lembrança. Acredito que a minha passagem pela Ong Risonhos, tenha sido mais do que uma estação. Foi pra vida toda. Foram mais do que informações acadêmicas compartilhadas. Foram laços. Aprendi. Errei. Reaprendi. Na verdade mesmo, acho

que todo mundo devia um dia prestar serviço voluntário. Não só pela bagagem de experiência, mas pelo real sentido de “DOAR-SE”. Nunca uma palavra soou de uma forma tão linda e suave para alguém quanto foi para mim. Não podia esquecer de agradecer a todos os envolvidos no Curso Teórico e Prático de formação do meu “clown”, que embora não tenha sido concluído por circunstâncias maiores, foi maravilhoso, cheio de alegria e extremamente produtivo. Obrigada, voluntários. Vocês foram brilhantes e sempre serão pra mim.”
Sâmara Patrice
Voluntária Colaboradora – Núcleo Jurídico/ Financeiro/Captação

Só tem gente bacana nessa ONG!
E você? Quer fazer parte dessa história?
Então fica de olho no blog e facebook, logo logo teremos novidades <3

Jéssika Karoline,

“Em um belo dia de sol, alguns amigos se uniram e resolveram com ajuda de um amuleto vermelho e esférico (curiosamente usada por cima do nariz) levar sorrisos onde quer que passassem. Para isso, eles tiveram que adotar novos codinomes, roupas e maquiagens. Alguns formaram-se na grande Universidade Besteirológica, outros transformaram-se em grandes contadores de histórias e até mágicos! Durante a semana, eles têm vidas normais com seus trabalhos e compromissos como eu e você, mas aos fins de semana eles são voluntários!”

Pra quem não sabe, a ONG Risonhos começou como filial do Projeto Vagalume de São Paulo através de Silvia Macário, que também foi a primeira coordenadora do projeto em janeiro de 2008.

Foi o ano do “dar a cara a tapa”, aprendizagem dos voluntários com os erros e acertos. Só havia uma coisa que eles tinham pra dar e vender: coragem para fazer o bem.

Entrada e saída de diversos membros, divisão de responsabilidades e fixação de uma agenda: não houve curso ou livro de regras para os primeiros a entrar nessa. Foi tudo basicamente experimental em cada ato.

Olha um registro vindo direto do túnel do tempo!

Em 2009, tendo ciência da necessidade de aprimoramento, a ONG realizou seu primeiro curso de aprimoramento, tendo recebido treinamento e orientação de Sâmia Bittencourt. Esse ano também foi marcado por diversas mudanças ocorridas no Projeto. Entre elas, o nome; que passou de Vagalumes a ser Projeto Social Risonhos.

Optou-se por fazer visitas em unidades de abrigos de idosos que não fossem tão bem assistidos por voluntários como o Lar Torres de Melo. Depois de algumas visitas em um grande número deles, os membros do projeto optaram pela “Unidade de Abrigo de Idosos” da Olavo Bilac, instituição pública que cuida de idosos abandonados nas ruas da cidade ou levados até lá por ordem judicial.

Além da criação de um novo processo de admissão de novos voluntários, em formato de treinamento extensivo, de modo que os voluntários pudessem receber a mais completa orientação que pudéssemos fornecer sobre nossa atuação e a realidade que seria conhecida nos atos.
Isso nos dois primeiros anos! Ufa!


[Reportagem do canal tv união em 2009 – dia do Voluntário Jovem]

E espera que no próximo domingo tem mais da nossa história…

Jéssika Karoline

Sabe aqueles dias em que você acha que não vai dar rock e está no lugar mais por obrigação do que vontade própria? (o que é muito feio de admitir levando em consideração onde estava e para quê estava – mas lembre-se: besteirologista também é gente).

Então, estava num dia desses.

Cheguei, passei meu batom vermelho rubi, coloquei meu jaleco e subi para o meu andar. Primeiro quarto e eu pensando: ” hum… o que vamos encontrar hoje?”
Quando dou por mim, lá estava ela, caladinha deitada na última cama do lado esquerdo bem pertinho da janela: A GAROTA MAIS CORAJOSA DO MUNDO.

Sim, ela estava lá, bem na minha frente com seus preciosos 10 anos de idade. Não tinha holofotes, nenhuma placa ou repórteres da tv, mas eu sabia que era ela e sabe por que? Ela não chorava.

Não que seja errado ou fraco chorar… Eu mesma choro litros toda vez que bato meu dedinho do pé na quina da mesa (o que acontece quase que diariamente), e nesses anos de profissão já vi muito choro: de dor, de raiva, de medo, de birra; mas dela nada surgia.

A enfermeira estava trocando sua sonda (um saquinho que ficava na barriga – para os leigos) e eu vi que ela fazia uma ou duas caretinhas, mas mantinha-se tranquila. Ela sabia que aquilo era necessário ou talvez para manter-se forte na frente da mãe, que por sua vez, já demonstrava as primeiras lágrimas.

Na frente de tanta nobreza, mantive-me forte também. Era o mínimo que eu poderia fazer. E resolvi contar da emocionante aventura da minha cicatriz na barriga (bem menor que a dela). Ela não acreditou muito no acontecido (a minha luta com três ninjas mascarados…) Acabei abrindo o jogo que tinha sido uma apendicite. Mas tudo bem. O importante foi o sorriso que ela me deu e a vontade de fazer cada vez mais o meu melhor.

Obrigada Milene Você não sabe a dose de coragem que você me deu.

Dra Kajuína com K.

‪#‎sourisonhos‬

Fonte: Internet

Fonte: Internet