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Os atos que fazemos, de forma voluntária, pelos hospitais da cidade e no Abrigo de idosos geram sempre novas experiências, trazem sempre novas sensações e aprendizados, tanto para nós quanto para os que gentilmente cedem seus talentos para nos ajudar a alegrar.

No ato do HGF, realizado no dia 18 de agosto, não poderia ser diferente. Nossos palhaços, acompanhados por seus amigos músicos, encheram a ala hospitalar de alegria e os corações, das crianças e deles mesmos, de felicidade. Abaixo, através de depoimento, você pode ver que nossos voluntários acreditam que este ato não poderia ter sido mais mágico ou animado.

“E na tarde do dia 18 de agosto, o HGF foi invadido por uma explosão de alegria chamada ONG RISONHOS. De repente, direto da sala de repouso médico, surgiu uma turma colorida e divertida de palhaços, com direito a brinquedos, microfone, flauta, bolhas de sabão e violões.

Assim, de quarto em quarto, a farra com as crianças e acompanhantes foi saudável e animada. Foram distribuídos sorrisos, carinhos e abraços. Teve roda de samba, concurso de funk, MPB e claro que não poderia faltar o nosso tradicional forró.

Além disso, teve mãe emocionada, coral improvisado e, no final, revivendo a infância de muitos, todos cantaram Xuxa”.

Para Edivaldo, um dos músicos, o ato se tornou um momento de pura realização, no qual ele descobriu que doar-se pode ser ainda mais gratificante para quem doa:

“Foi um momento muito especial, poder levar alegria através dos sorrisos dos meus novos amigos Risonhos e da música. A sensação de bem-estar trazida pelo simples ato de fazer com que as crianças daquela ala hospitalar esquecessem de suas dores, dos seus acessos e de suas tristezas e pudessem brincar de transformar os palhaços em cavalos, em aviões, em sapos etc, além de descobrir o talento daquelas crianças que não tiveram o menor pudor de usar todo o repertório da Galinha Pintadinha, do Patati Patatá, entre outros…. Enfim, tenho certeza que a pessoa que mais ganhou fui eu mesmo. Saí daquele hospital com a alma de um herói sem capa e sem máscara”.

Já para Daniel, o outro músico que acompanhava o ato, o momento foi único:

“Foi uma experiência bastante interessante poder participar desse momento, proporcionando para aquelas crianças algo diferente, e por algum tempo mudar o ‘clima’ daquele local e trazer um pouco de diversão. É tão impactante para as crianças quanto para nós”.

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