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Há dez anos, exatamente em janeiro de 2008, alguns jovens se reuniram para, de forma voluntária, iniciarem um projeto social voltado para humanização em hospitais infantis e em casa de longa permanência para idosos, jovens esses que vinham de um outro projeto que não conseguiu sustentar tamanha responsabilidade.

Assim, deu-se início ao Projeto Social Vagalumes-CE, extensão de um projeto já existente em São Paulo e Campina Grande. Este nome, por curiosidade, também foi escolhido em razão de uma letra de música ainda não gravada oficialmente pela “Trupe O Teatro Mágico”, que esses adolescentes eram fãs.

Iniciamos no HIAS (Hospital Infantil Albert Sabin), IJF (Instituto Dr. José Frota) e Lar Torres de Melo. Inicialmente, para ser voluntário era só chegar em uma reunião e pronto, rs. Assim fomos agregando muitas pessoas no já extinto Orkut, ferramenta que usávamos para avisos, reuniões e escalação dos atos.

Vivemos visitando o Abrigo Torres de Melo durante lindos e longos um ano e oito meses. Mudamos de instituição, pois queríamos ir aonde não havia visitantes ainda, para poder realmente fazer a diferença. Foi assim que começamos, em outubro de 2009, na Unidade de Abrigo, instituição que permanecemos até hoje.

Nesse mesmo ano de 2009, fizemos nosso primeiro contato com o estudo do palhaço com a renomada Samia Bitencourt. Foi um divisor de águas para nós, jovens que transbordavam boa vontade, mas que ainda tinham muito a aprender.
Ainda no ano de 2009, também nos desligamos dos vagalumes e demos início ao Projeto Social Risonhos.

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Com essa nova casa e com os estudos mais intensivos, percebemos a importância de capacitar todos que tivessem interesse em entrar para o trabalho voluntario conosco. E com muita humildade, dos que ainda não sabiam quase nada, iniciamos a CTP – Capacitação Teórica e Prática, para assim podermos oferecer mais segurança e qualidade para quem visitamos e os voluntários. Após tantas mudanças e melhorias, em 2011 nos tornamos ONG (Organização Não Governamental).

Em 2014, entramos para a Rede de palhaçoterapia, assinando um projeto juntamente com Projeto Y e HumanArtes. Ganhando um edital na prefeitura de Fortaleza, conseguindo assim uma melhor estrutura para capacitar os voluntários e obter equipamentos para a Rede, recém criada. Sim! Foi um grande marco para nossa história, assim como tantos outros acontecimentos e parceiros nessa caminhada.

Foto de Brenda Rafaeladasds

Somos muito gratos a todo apoio que tivemos e ainda temos de diversos ex-voluntários, atuais voluntários, todos que se inscreveram, mas que infelizmente não conseguiram entrar, profissionais, amigos, familiares e todos que nos seguem nas redes sociais que ajudam sempre o nosso crescimento pessoal e profissional.

A ONG Risonhos completa dez anos em 2018 e teremos vários momentos comemorativos no decorrer do ano. Aos que forem abertos ao público, estaremos de braços abertos para receber todos vocês!

Que venham mais e mais anos, para que possamos permanecer usando nosso jargão:

“O último a entrar, deixe a porta aberta.”

Por Rebeca de Castro
Ex-voluntária da ONG Risonhos

 E NESTE 8 DE MARÇO COMEMORA-SE O DIA INTERNACIONAL DA MULHER!!!!giphy-downsized (2)

O Dia Internacional da Mulher ou Dia da Mulher é comemorado anualmente em 8 de março, e não é considerado um feriado nacional.

Essa data celebra as conquistas sociais, políticas, econômicas, entre outras,  das mulheres ao longo dos anos. 

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Por esse motivo, o mês de março tem sido direcionado especialmente para alertar sobre violência doméstica, informar sobre prevenções e cuidados com o corpo, e direcionar as mulheres a valorizar sua saúde mental e física.

E por falar em informações….

Vocês sabem porque essa data é tão importante?

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A história remonta que a data teria surgido em homenagem as 130 operárias que morreram carbonizadas em um incêndio numa fábrica têxtil em Nova York em 1911 após aderirem a uma greve que lutava por jornadas de trabalho mais justas e o fim da discriminação de gênero.

Mas segundo fontes históricas esse fato teria acontecido em 25 de março daquele mesmo ano…..

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Então de onde saiu a data comemorativa de 8 DE MARÇO?

 

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EIS O VERDADEIRO BABADO……

Desde o final do século 19 as organizações de mulheres , principalmente as operárias já protestavam em vários países da Europa e nos Estados Unido por causa das cargas horárias a serem cumpridas (cerca de 15 horas diárias por salários desonestos e desiguais). Por muitas vezes essas mulheres tinham que lidar com violências físicas, sexuais e psicológicas de seus superiores no ambiente de trabalho. Fatos como esses levaram as mulheres à greves para reivindicar melhores condições de trabalho e o fim do trabalho infantil que também era muito comum nas fábricas durante o período.

No entanto, o 8 de março teve sua primeira “comemoração” com as manifestações das mulheres russas por melhores condições de vida e trabalho, durante a Primeira Guerra Mundial (1917). A manifestação que contou com mais de 90 mil russas ficou conhecida como “Pão e Paz“.

E após tantas batalhas, o movimento que lutava por igualdade de gênero na França e na Inglaterra (sufrágio)  ganhou reconhecimento e em 1977 o “8 de março” foi oficializado pelas Nações Unidas e divulgado pelo mundo.

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Então, nesse dia tão significativo, a quem mais poderíamos parabenizar????

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Pela força, coragem, fé e brilho incessante.

Pela resiliência e amor incondicional.
  A você mulher risonha guerreira e dona de si.

Os nossos mais sinceros parabéns!!!  Temos muito orgulho de todas vocês!

  3 de fevereiro de 2018

 
Hoje Dona T. estava particularmente muito animada. Desde que cheguei, já a vi toda sorridente, mesmo quando fingiu não me ver, ao passo que fazia menção que não queria falar comigo, ainda rindo.

Lhe dei um abraço grande, pois estava com saudade e comecei a falar da vida e das coisas que haviam acontecido nas últimas duas semanas. Ela passou a relatar seu dia a dia. O fastio. A dor nos ossos quando chovia. Mas manifestou sua alegria de estarmos ali.

Enquanto falávamos, assistíamos um programa de TV e ela parou para me dizer que a menina que cantava parecia muito com o Jair Rodrigues e, para a minha surpresa, o apresentador no final revelou que esta era a filha dele.

Fiquei olhando para aquela mulher, que mesmo nos seus 87 anos, ainda é um poço de lucidez.

Lucidez e argúcia. Foi suficientemente rápida para perceber que eu estava paquerando a enfermeira que estava passando e, me dando um tapa no joelho, enquanto se acabava de rir, disse que sabia o que eu estava fazendo e mandou eu seguir em frente. E ficou mangando mais quando percebeu que eu havia ficado sem jeito.

A conversa foi se desenvolvendo e já quando havíamos falado de quase tudo, chegou uma voluntária (Thais Cristinna) que também visitava o abrigo, relatando que tinha visto alguns pés de siriguela e queria pegar umas para si. Dona T. não contou pipoca e disse: “Vamos!”.

E fomos nós, três desbravadores. Dona T. no seu possante (cadeira de rodas) e nós dois voluntários. Achamos o primeiro pé, mas todas estavam verdes. Dona T. não desistiu, apontou a árvore seguinte e para lá rumamos!

Lá achamos umas possivelmente comestíveis, mas que estavam muito altas. Tentamos de diversas formas e malogramos inicialmente em todas. Eu olhava para a Dona T. e ela ria e abria um sorriso tão sincero que eu passei a não ver mais uma idosa ali, mas sim uma criança. E não é que naquele momento estávamos todos crianças?

O mais engraçado é que tudo conspira. E quando estávamos lá tentando, chegou a Dona B., dizendo que estava vendo o que a gente estava fazendo ali. Todos rimos.

Depois, com algumas siriguelas no bolso, voltamos. Fui levando a Dona T. para o quarto dela e disse que já precisava ir, pois hoje é aniversário do meu irmão. Ela de imediato disse que tinha algo para ele e pediu que eu a esperasse.

Fiquei na porta. Dona T. juntou uma fronha que tinha ganho e pôs num saco. Ficou olhando o que mais podia dar. Perguntou se meu irmão gostava de “peta” e antes mesmo que eu pudesse responder, pôs um pacote de “peta” dentro do saco.

Nos despedimos com uma centena de abraços.

E eu saí dali com o coração cheio, quase voando.

Como se eu fosse um pássaro.

Escrito por Márcio Vandré
Márcio Vandré é voluntário da ONG desde 2009 e quase sempre alça voos incríveis sem tirar os pés do chão…

Hospital Infantil Peter Pan
  21.01.2018.

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                                                   Uma dupla dessas, bixo……..

Criança é um ser que acredita. Que carrega a magia dentro de si. Que fantasia onde aparentemente não tem onde fantasiar. Que realmente se surpreende, a ponto de falar “ohhh”, quando uns palhaços fingem adivinhar seu nome, que curiosamente está exposto logo acima do seu leito.

Palhaço é um ser que acredita. Que paquera aquela mãe triste e a vê sorrir e gargalhar, para depois se engasgar com seu próprio riso. E ao invés de tentar salvar a mãe (que convenhamos não precisava ser salva), o palhaço, na sua corda bamba, opta por continuar a brincadeira, sem perder a piada, solto como um pássaro no céu.

Criança é um ser que carrega candura. Que tenta lhe ensinar a paquerar da forma mais engraçada possível, obviamente sem sucesso.

Palhaço é um ser que carrega candura, quando ouve aquela criança pedindo para ele voltar e volta no fim e vê um sorriso tão gostoso que sente que aquilo tudo valeu a pena.

Criança é sincera, principalmente quando acusa que a barriga do palhaço está grande e diz que ele precisa malhar e ainda tira onda, apontando o dedo e olhando para a mãe, que se diverte com toda aquela situação, quando antes estava macambúzia e sem querer conversar.

Palhaço é sincero. Fala do narigão do amigo. Do pé de chulé da criança que o chamou de buchão e da “suvaqueira” da mãe que estava há quase 12 horas sem banhar. E passa incólume, pois tem permissão. A permissão que o nariz dá.

Criança é uma transformadora. Pois imagina ali uma selva. Um jacaré embaixo do lençol. Todo lugar menos o hospital. Voando livre em seu pensamento. Para estar jogando bola como no desenho afixado do lado da sua cama ou com as 20 namoradas que alegou ter. Ou mesmo em sua nave espacial. Longe de qualquer problema. De qualquer dor.

Palhaço é um transformador. Quando faz, quase que magicamente, uma cueca velha sair debaixo do cobertor e arranca aquele sorriso difícil. Quando vê um quarto de hospital normal como um palco, um desfile e faz, certamente, a pior apresentação de moda dos últimos tempos.

Criança ensina que o bom mesmo é ser palhaço. Para viver a vida mais leve. Para viver o momento, por mais que ele seja breve. Porque o importante mesmo é viver. Porque quem vive pode lutar. E quem luta não está morto.

Palhaço ensina que não se deve deixar de ser criança. Que a rotina não é suficiente para lhe derrubar. Porque sempre existe um truque. E uma hora ou outra, encontra-se um assento na janela do trem que a vida nos cede para viver e sonhar.

Escrito por Márcio Vandré
Márcio Vandré é voluntário da ONG desde 2009 e quando ninguém está observando, ele se disfarça de palhaço Poeta.

 

Enfim chegamos a reta final…..

E é com muito carinho, respeito e gratidão que estamos nos despedindo de 2017. Um ano repleto de encontros, reencontros, ensinamentos e experiências marcantes com novas possibilidades.

Olhando para tudo que vivemos nesse ano ficamos extremamente felizes de termos realizado mais de 120 encontros, desde momentos de estudo, atos, convívio e aperfeiçoamento do nosso trabalho e da arte da palhaçaria que tanto defendemos e honramos.

Sabemos que sempre há o que aprender e estamos nessa busca constante por conhecimento e melhoramento do ser. Somos palhaços, mas o nosso trabalho é sério!

Créditos📸 : @jr.silvafotografia

Créditos📸 : @jr.silvafotografia

 

Gratidão infinda às nossas Instituições parceiras: Hospital Infantil Albert Sabin (HIAS), Instituto Doutor José Frota (IJF) e Unidade de Abrigo de Idosos de Fortaleza que sempre nos recebem tão bem, numa troca justa de respeito e empatia.

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E um agradecimento especial ao nosso mais novo parceiro: Hospital Peter Pan (PP), que cuida de crianças com câncer, e que em 2017 nos convidou para fazer parte dessa família. Nos preparamos para essa nova caminhada, e esperamos que essa experiência se firme e perdure por anos e anos.

Essa nova parceria está sendo timaix !!!

Essa nova parceria está sendo timaix !

Durante o ano, levamos leveza e sorrisos, ganhamos presentes recíprocos impagáveis, mudamos a realidade dos ambientes de incontáveis crianças, adultos e idosos, dentre pacientes, acompanhantes e parceiros locais que fizeram nossos dias valerem à pena.

Por fim, queremos agradecer aos nossos familiares que, por muitas vezes, nos apoiam e entendem nossas ausências em casa aos fins de semana, respeitando nossa escolha e abdicação em prol do trabalho voluntário.
Gratidão à todos os profissionais das Instituições em que fomos recebidos e que acompanham nosso trabalho, tornaram nossos atos sempre melhores.

EITA!!!!
QUASE ESQUECI!!!!!

É com o peito e coração explodindo em alegria que anunciamos um 2018 cheio de novidades aqui no Blog.


Esse novo ciclo traz consigo o ano comemorativo dos 10 ANOS DA RISONHOS e nós só temos a agradecer e celebrar.

Vem muita coisa boa por ai…..

Fiquem atentos às nossas redes sociais para não perder nada!

Contamos com você para dividirmos essa nova fase!!

Boas Festas e um Feliz Ano Novo !!!!

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Uma ansiedade incomum, um medo, um frio na barriga. Parecia que era a primeira vez, e realmente era. Passar mais de um ano sem visitar o hospital me fez perceber o quanto é importante a nossa presença naquele ambiente.

Um dia teremos que fazer uma escolha em nossas vidas, e se ainda não a fez, um dia fará. Quando optei em ter que abandonar a Risonhos por um tempo, para me dedicar aos estudos, sofri novamente com a dor da perda, e lembrei o quão dolorosa ela é.

Parafraseando Frejat: “Desejo que você tenha a quem amar/ E quando estiver bem cansado/ Ainda, exista amor pra recomeçar/ Pra recomeçar”.

Roupa (quase) nova, maquiagem modificada, nariz novo e o sentimento de amor e gratidão era o mesmo, talvez renovado pelo tempo o qual eu estive longe, mas tão próximo espiritualmente; e aquele era o momento certo e exato de voltar, era no dia em que teríamos que ser mais gratos ainda pelo amor, companheirismo e dedicação que nossas mães nos deram. E que tal dar carinho a várias pessoas, inclusive àquelas que partilham da alegria e dar dor no ambiente hospitalar tão frio?

“ – Mãe, tô indo. Vamos compartilhar ainda mais esse amor e carinho no hospital.” E fui. Cheguei com receio, e vi que o medo que estava dentro de mim era tão irrisório diante da vontade que eu tinha de estar ali, de fazer sorrir, de ser e fazer diferente. O ambiente continuava o mesmo, mas eu, não. Não é fácil voltar, mas, eu voltei.

“ – Podemos entrar?”. Quanta saudade disso tudo, melhor ainda é ouvir um “ – SIM!”.

Quão bom ouvir: “ – Feio”, “- Tem uma melancia na sua blusa?”; o “meu ridículo” nunca fora tão bem explorado e talvez nem seja isso. Talvez ali dentro eu possa ser quem realmente eu quero e que felicidade ser sempre recebido com um sorriso ou um olhar de curiosidade.

Quantos bebês, crianças, adolescentes, homens, mulheres, pessoas, sentimentos, alegrias, tristezas, esperanças, amor. Vendo que aquele medo que eu estava tendo era tão ínfimo na frente de tantas pessoas e sentimentos, percebi que eu tinha que estar ali, que aquele momento era o ideal para que aquelas pessoas ali presentes esquecessem um pouco da dor e deixassem brotar um sorriso, aquele que talvez tenha sido esquecido com o sofrimento que a vida lhes tenha proporcionado.

Posso dizer para você que me sinto renovado. E como não se sentir? Tantos abraços, sorrisos, gargalhadas, choros de rir e de emoção, tantas músicas e danças, tantos afagos, tantos “– Vem cá palhaço”, “– Obrigado por vocês terem vindo nos fazer sorrir”. Mal sabem eles quem na realidade fez o bem. Saber se doar, sem querer nada em troca é uma grande virtude do ser humano e que isso possa estar presente na vida de todos.

Com os olhos marejados eu digo para todos vocês: a dor da despedida, da perda e da saudade é muito grande, mas a emoção da volta e do recomeço supera qualquer expectativa.

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Gratidão a todos por esse dia.

E, sem esquecer: O amor sempre será o melhor caminho.

Ao acessar aquele mundo tão esperado por mim, aos poucos vi minha empolgação juvenil desacelerar. Eu, tão conhecido por ser falante, passei a ser um simples ouvinte, completamente envolvido na experiência repassada pelos mesmos. Aos poucos fui percebendo que cada uma daquelas pessoas trazia consigo traços de uma história, não somente contada, não só percebida aos seus olhos, mas sim vivida, me dando a sensação de ser parte dela. Senti-me verdadeiramente bem, tranquilo comigo mesmo.

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Nunca imaginei que seria possível se sentir tão bem por se sentir pequeno. Pois sim, me sentia pequeno diante da vivência dos idosos que tive o prazer de conhecer. Diante do tanto que me era ofertado por parte deles. Queria muito retribuir de alguma forma, então o fiz, fiz o melhor que podia naquela ocasião, o melhor que tinha pra ofertar naquele momento: permaneci sendo um mero ouvinte.

Pré palhaço Felipe Benevides.

Hoje foi um dia muito especial para a ONG Risonhos. O presidente e outros dois voluntários se reuniram com 13 dos 15 pré-palhaços que vão começar a “risidência” em maio. Foram passadas informações gerais sobre os próximos passos e os pré-palhaços tiraram várias dúvidas.
O momento foi de fundamental importância para que todos ficassem cientes dos prazos de cada etapa. Foi frisado que cada pré-palhaço deve ter responsabilidade e organizar seu tempo, evitando assim que sejam eliminados por não conseguirem cumprir o cronograma no tempo determinado.
Gratidão à pré-palhaça Amanda Brenner que nos cedeu um local para o encontro e um suco de maracujá maravilhosoooo. *–*
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E lá vamos a nossa próxima etapa. Novas perspectivas, novas pretensões. A fase introdutória já deixa aquele “gostinho” nostálgico. Foram laços que se formaram permanentemente. E sentindo um pouco desse ar, tivemos a ajuda de uma pré-palhaça recém introduzida na nova fase: a “Risidência”. Diria que podemos sentir um pouco disso tudo a seguir:

“Eu sempre fui muito observadora, principalmente quando chego em um local com pessoas desconhecidas. E me lembro de observar tudo no 1° encontro de pré-palhaços. No fim percebi a coisa que mais tinha me marcado: o sorriso que cada voluntário vestia, aquela expressão que mostrava o quanto nossa presença ali foi esperada. Então saí do encontro pensando na frase: “eu acho finalmente que encontrei meu lugar no mundo” hehe.
E aí nós começamos a linda jornada que tem por nome CTP. Cada dia de encontro nos revelava tantas surpresas, e o que vinha com elas foi nos mudando, nos transformando.
Teve música, danças desengonçadas, abraços, risadas, choro, alegria. Foi muita coisa, algumas impossíveis de nomear.
Pra mim, e creio que pra maioria dos pré-palhaços, saber que tínhamos pessoas maravilhosas nos ajudando e nos guiando foi essencial. Capacitadores que nos deram tanto cuidado e atenção, suas dicas e conselhos serão colocados em prática.
Terminei a CTP com a certeza de que achei um tesouro, achei uma maneira de olhar para o outro, de amar o outro, e de mudar o mundo do outro. Estou indo pra “Risidência” com o coração a mil, esperando as coisas maravilhosas que estão por vir.
E finalizo dizendo que sim, eu realmente encontrei meu lugar no mundo.
A todos que fazem parte da ONG Risonhos: meu muito obrigada.
Amanda Brenner Moura Rebouças

Por Angel Alice.